quinta-feira, 9 de julho de 2009

paixão pelos livros II


corot


von gogh


renoir


fragonard

paixão pelos livros



Para gostar de ler

José Mindlin, 94, é formado em direito pela USP, já foi empresário, advogado, repórter e secretário estadual de cultura em São Paulo. No entanto, o que o tornou conhecido não foi o exercício de nenhuma dessas atividades, mas seu vício por livros, ao qual ele se refere como uma "loucura mansa". Em sua nova obra, "No Mundo dos Livros" (ed. Agir, 104 págs., R$ 30), Mindlin fala de seus autores favoritos, da revolução causada pelo surgimento da imprensa e do consequente aumento do acesso à leitura no século 15. Também explica como começou a formar sua biblioteca pessoal, aos 13 anos. Hoje, ela tem aproximadamente 38 mil volumes. Imortal (como são conhecidos os membros da Academia Brasileira de Letras), o bibliófilo diz que seu objetivo com o novo livro é "infectar as pessoas com o vírus da bibliofilia" . Ele não acredita que existam pessoas que não gostem de ler: "Certamente não foram devidamente estimuladas".

fonte: http://www1. folha.uol. com.br/fsp

terça-feira, 7 de julho de 2009

Açúcar e Arte

foto: ©Marcio Fagundes
Saccharum Ba


O Museu de Arte Moderna da Bahia recebe a exposição Saccharum BA, que aborda, por meio de diversas linguagens da arte, o tema do açúcar em suas múltiplas facetas. A cana-de-açúcar e a economia mundial, da época colonial ao bioálcool, alimento, mercadoria, combustível perpassam as propostas artísticas da exposição, que marca o encerramento do projeto multidisciplinar "A Rapadura e o Fusca: Cana, Cultura e Sociedade", do Goethe-Institut. A mostra reúne obras de artistas nacionais e estrangeiros, como Jonathan Meese, Simone Nieweg, Jürgen Stollhans e Janaína Tschäpe da Alemanha; José Rufino, Vauluizo Bezerra, Ieda Oliveira, Gaio Matos, Ayrson Heráclito, Maxim Malhado, Herbert Rolim, Márcio Fagundes, Caetano Dias e Baldomiro Costa do Brasil; Shelley Miller do Canadá, e Meschac Gaba do Benin, entre outros, além de peças dos acervos locais que têm relação com o tema. O circuito da mostra inclui três núcleos diferentes:
1) no MAM são apresentados trabalhos produzidos especificamente para a mostra, que dialogam com obras do acervo da Galeria Paulo Darzé e de arte moderna do próprio MAM;
2) na Galeria do ICBA, é apresentado um recorte sobre as cachaças baianas dirigida ao aspectos do design dos rótulos e da produção da bebida no interior da Bahia, com fotografias de Flavio Soledade;
3) no Museu Carlos Costa Pinto são focalizados alguns dos legados do engenho, acrescentando ao acervo próprio do local peças do Museu Wanderley Pinho.
A visitação estará aberta ao público até 30 de julho, com entrada gratuita.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

psicodelia




Não deixo de me surpreender com a Bjork! Seus videoclipes são verdadeiras viagens, alucinantes!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

cinema e café

vista do Solar do Unhão

tarde de um dia de férias. fui ver Palavra (En)cantada. belo documentário! a música como ponte para a poesia e a literatura. conversas com diversos artistas da nossa cultura: Arnaldo, Betânia, Chico, Adriana Calcanhoto, Lirinha, B-Negão, Tom Zé, Lenine... imagens raras! um deleite só!
depois aquela parada no Café do MAM, pro pôr-do-sol de cada dia. gente que vai chegando. um grupo, dois grupos, três grupos... falam e falam, blá, blá, olá, como vai? tudo bem? sorrisos, olhares, paqueras, conversa fiada e tambem pra boi dormir. mais tarde um som que vem das pickups de um Dj. grave, agudo, médio, alto baixo. silêncio é o que não há! aumenta a agitação. gestos articulam-se em meio às conversas. movimento dos corpos, respondendo à sedução da música. ali fico algum tempo! até que chega a hora de ir. nos vemos outro dia! vamos combinar algo pra depois... o ócio de um dia de férias!
segredo


A poesia é incomunicável.
Fique torto no seu canto.
Não ame.

Ouço dizer que há tiroteio
ao alcance do nosso corpo.
É a revolução? o amor?
Não diga nada.

Tudo é possível, só eu impossível.
O mar transborda de peixes.
Há homens que andam no mar
como se andassem na rua.
Não conte.

Suponha que um anjo de fogo
varresse a face da terra
e os homens sacrificados
pedissem perdão.
Não peça.

Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Museu da Língua Portuguesa - SP

Foto de exposição do Museu da Língua Portuguesa-SP



curioso como não ficamos satisfeitos em apenas contemplar a leitura... desejamos a poesia como um souvenir. nada que uma câmera não resolva!